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Dica de Leitura. As meninas que nunca perderam a graça

Publicado em: 17/12/2016



“As meninas que nunca perderam a graça” é uma coletânea de seis histórias que se passam a partir de situações de cuidados de saúde.


Dona de um sorriso encantador e de uma incrível percepção de mundo a enfermeira e doutoranda em políticas públicas (UFPR) Adriana Moro escreveu o primeiro volume de uma série intitulada “Para repensar o cuidado”. O livro destinado ao público da área da saúde e aos demais apaixonados pela vida.

 

Lançado em junho deste ano em Portugal e julho no Brasil pela editora Chiado “As meninas que nunca perderam a graça” é uma coletânea de seis histórias que se passam a partir de situações de cuidados de saúde, as quais fazem relembrar pacientes meninas, mulheres, suas mães, seus aprendizados e ensinamentos. Mesclando com um pouco de romance a cerca de alguns detalhes e, lançando mão de nomes fictícios, cada uma dessas histórias apresentadas têm por objetivo trazer a reflexão à vida real.

 

Entre a vida e a morte as histórias contadas são um reflexo da sociedade atual, seus preconceitos, as dificuldades encontradas pelos pacientes e pelos profissionais da área da saúde, nossas dúvidas e anseios. As batalhas do dia-a-dia para viver, chorar e aprender. Histórias de convívio e de cuidado.

 

Escritor da primeira resenha sobre o livro, o sociólogo João Adolfo Maciel Monteiro explica que nessa busca por refletir as experiências vividas nos hospitais, nos plantões, Adriana leva o leitor para dentro de um mundo profissional e ao mesmo tempo mágico, pois é a luta pela vida que está presente em várias histórias, e como essa luta faz os personagens se reafirmarem com seres humanos, com grandes capacidades de amor. “Isso é comovente. Depois que se inicia a leitura do livro parar de ler é muito difícil. E confesso que não parei, pois o meu interesse naquelas histórias verídicas, naqueles personagens só aumentava, justamente por saber serem eles reais transformavam tudo ainda mais surrealista e de uma proporção que poucas ficções podem entregar aos seus gigantes”.

 

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